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Como enviar um livro pelos correios gastando menos

Nos correios existe várias modalidades de postagem com preços diferentes, mas a forma mais barata pra enviar livros é o “Registro Módico”:
O Registro Módico é uma redução tarifária aplicado ao serviço de Registro Nacional. Pode ser utilizado junto aos serviços de Carta (comercial e não comercial), impresso normal, impresso especial e mala direta postal, quando da postagem de:
- livros em geral, postados por qualquer pessoa física ou jurídica;
- materiais didáticos, impressos ou gravados em CD ou DCD, desde que postados por escolas de ensino por correspondência e destinados a seus alunos.
- A postagem de livros e materiais didáticos com
Aviso de Recebimento - AR, Valor Declarado - VD e Mão Própria - MP, nas modalidades carta comercial, carta não-comercial, impresso normal e impresso especial, deve ser feita obrigatoriamente sob registro (Registro Módico ou Registro Nacional). (Fonte: Correios)
A grande vantagem desta modalidade é que é bem mais barata e você ainda tem direito a ter um número pra rastrear a sua encomenda, o que lhe dá mais segurança, podendo enviar o código para a pessoa que vai receber e ter certeza que você realmente enviou.
PASSO A PASSO – COMO FAZER A POSTAGEM
1. Escolha um envelope de papel mais grosso, cor pardo pra colocar os livros, evite caixas pra não pesar mais.
2. Envolva os livros em papel filme pvc - isso ajuda a proteger mais os livros na hora do transporte  e mantêm eles limpos para quem vai receber.
3. Em cima das informações sobre destinatário escreva em destaque "impresso - registro módico"



4. Coloque os livros que foram envoltos em papel filme pvc dentro do envelope marrom já identificado e leve pro correio aberto, o pacote deve ser levado aberto porque ele será lacrado na hora da postagem do correio, eles precisam ver que você está enviando mesmo livros, pois essa modalidade de envio mais barata é destinada a livros e outros materiais especiais.
5. ATENÇÃO: Os correios não devem limitar o peso dos materiais (livros e apostilas) a serem enviados neste tipo de modalidade (impresso normal), na carta comercial você pode enviar até 500 gramas a cada postagem. Como alguns atendentes não conhecem ainda a modalidade impresso eles podem  se confundir com carta comercial por isso é importante que você insista.
6. Chegando no correio, deixe claro que quer enviar os livros pelo modo impresso com registro módico, alguns atendentes não conhecem essa modalidade, por isso é importante insistir ou levar uma cópia impressa das informações que tem no próprio site do correio, segue ai o link: Registro Módico- Correios imprima e leve pra mostrar ao atendente, se está o site, o serviço existe então ele é obrigado a aceitar.
7. Nessa modalidade de envio você receberá um código de rastreamento, o que te dará mais segurança pra acompanhar o andamento da postagem pelo site dos Correios

Entrevistando Arquivistas: Ricardo Sodré Andrade

Blog Contexto Informacional - Por favor, apresente-se aos leitores do blog.
RicardoFoto
Ricardo Sodré Andrade - Sou bacharel em arquivologia e mestre em ciência da informação pela Universidade Federal da Bahia, além de ser arquivista concursado por essa mesma universidade. Em 2007, criei o Portal do Arquivista (http://www.arquivista.net), ativo até hoje e onde procuro criar, testar e promover uma série de iniciativas com as possibilidades que a web permite e, ao mesmo tempo e na medida do possível, agregar e disseminar conteúdos que considero interessantes ao público alvo do Portal.

Sou vice-presidente da Associação dos Arquivistas da Bahia na atual gestão. É bom lembrar que essa gestão atual está realizando o V CNA - Congresso Nacional de Arquivologia (http://www.enara.org.br/cna2012), o maior evento de arquivologia do país e que ocorrerá de 1 a 5 de outubro desse ano, em Salvador-BA.

De tempos em tempos também acabo procurando algum desafio novo e a minha última experimentação pessoal foi a criação de um romance de ficção fantástica chamado "A Ordem dos Arquivistas: Centésimo" (página do livro em http://www.arquivista.net/ordem/), que será lançado agora em 2012 pela Editora Literata. A sinopse, dados técnicos e até mesmo um capítulo gratuito do livro podem ser encontrados na página mencionada.




Blog Contexto Informacional - Por que você optou por fazer arquivologia e quais foram suas principais experiências profissionais?
Ricardo Sodré Andrade - Após ter desistido de uma faculdade de administração em universidade pública para tocar uma empresa de desenvolvimento de software com um sócio, acabei descobrindo o curso de arquivologia, por meio de uma prima. Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a presença de disciplinas da área de tecnologia, que se encaixava com meu contexto de trabalho naquele momento, além de outros elementos que me foram apresentados, referentes ao campo de estudos da informação e da gestão documental.

Na época eu não tinha dimensão de como a tecnologia era aplicada nessa área, a única coisa que eu vislumbrava realmente era que seria muito bom estudar em um curso que tivesse envolvimento com tecnologia e sistemas de informação sem entrar na parte de engenharia, por assim dizer. Aliás, foi essa a estratégia pensada quando iniciei o curso de administração, que naqueles anos ainda era ofertado por várias faculdades particulares com as chamadas "ênfases", como a "ênfase em sistemas de informação".

Cursando o bacharelado, entendi melhor o papel da tecnologia na área de informação e o conhecimento prévio que eu tinha em TI foi bastante útil em minha trajetória do curso e nas atividades que eu desenvolvia enquanto bolsista de iniciação científica. Nesse período, trabalhei em alguns grupos de pesquisa nos quais tive contato com temas diversos, como: preservação digital, repositórios OAIS, protocolos de comunicação, padrões de metadados, políticas de informação, infraestruturas e serviços de informação, descrição arquivística, web 2.0 e outros, que perpassavam esses temas que acredito que tenham sido os mais estudados.

Também atuei no Diretório Acadêmico, sendo presidente por uma gestão e, em outra, representante discente no colegiado de arquivologia.

Poucos meses antes de me formar, tive a oportunidade de iniciar um trabalho no Arquivo Público da Bahia, onde, entre outras ações, contribui com a primeira tradução do ICA-AtoM para o português; auxiliei no planejamento de apropriação de tecnologias para melhorias de procedimentos internos de representação e divulgação do acervo da instituição.

Enquanto ainda trabalhava no Arquivo Público, fui aprovado no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFBA e cursei o Mestrado.
Após quase 3 anos atuando no APB, fui aprovado em concurso público da Universidade Federal da Bahia, onde estou até o momento.

Posso dizer que cada etapa dessa foi recheada com muito aprendizado, realização e crescimento.

Blog Contexto Informacional - Pra você o que falta para a Arquivologia crescer mais e os arquivistas serem mais conhecidos e respeitados no mercado de trabalho?
Ricardo Sodré Andrade - O campo de trabalho está crescendo. Essa é uma frase que costumamos ouvir de muitos profissionais que conseguiram se diferenciar e se tornar atrativos aos empregadores da iniciativa privada. Também há os que investiram nos estudos para concurso e conseguiram suas vagas, atuando de forma muito competente em ambientes difíceis de se trabalhar. Há quem também diga que o "crescimento da área" é uma lenda, uma vez que encontram sérias dificuldades para conseguir colocação no mercado.

As dificuldades normalmente se manifestam por conta da competitividade do mercado de trabalho e é realidade em praticamente qualquer área profissional. Nos tornamos mais empregáveis quando conseguimos nos diferenciar individualmente e enquanto categoria. Isso, claro, se soma a uma realidade de demanda do mercado, que se ajusta e se expande na medida em que o profissional arquivista é reconhecido como sendo útil às organizações e instituições, abrigando mais e mais profissionais de forma digna.

Há uma clara demanda pelo gestor, responsável pela gestão de documentos e preservação do patrimônio documental. Há uma lei que indica ser do bacharel em arquivologia a atribuição e competência para assumir as funções e responsabilidades que reconhecemos como nossas. O nível de competência que o mercado procura, boa parte de nós está se esforçando para alcançar: mantendo-se em um estado de aprendizado contínuo, melhorando as boas práticas consolidadas e realizando um trabalho que um profissional com outra formação não conseguiria reproduzir com a mesma qualidade.

O conhecimento e respeito do mercado é natural aos benefícios que conseguimos criar nos ambientes de atuação. Se fizermos o óbvio e o fácil, não haverá reconhecimento; se criativa e cientificamente atuarmos, o respeito será um resultado natural, assim como o reconhecimento social.

Blog Contexto Informacional - Você citou seu novo livro, um romance, poderia falar mais sobre ele?
capa_OdA

Ricardo Sodré Andrade -  É um romance que se enquadra no gênero de fantasia, ou da literatura fantástica. Muitos livros conhecidos fazem parte desse gênero, como O Senhor dos Anéis, O Hobbit, a série Harry Potter, As Crônicas de Nárnia, Alice no País das Maravilhas, dentre outros. Há muito sou leitor desse gênero; é a minha preferência de leitura quando encontro tempo para dedicar à leitura de lazer.

Quando comecei a escrever "A Ordem dos Arquivistas", ou "OdA", eu buscava algum nível de diversão pessoal. Realmente me diverti muito com os personagens e as situações criadas para o livro. Além disso, envolvi diversos elementos oriundos do mundo profissional a que os arquivistas estavam habituados. Um texto bem feito poderia ser interessante para divertir outros arquivistas e leigos, ajudando inclusive a divulgar a arquivologia de uma forma que eu ainda não tinha visto.

A figura do arquivista é encontrada em outras obras de ficção. No universo expandido de Star Wars há mestres jedi com funções próprias dos arquivistas, os chamados Lore Keepers. No jogo de estratégia com cartas colecionáveis chamado Magic: The Gatering, há algumas cartas do tipo "criaturas" onde arquivistas são representados, como o "Arquivista de Jace" e "O Arquivista". Já ouvi falar ainda de alguns livros que possuem arquivistas entre seus personagens.

A diferença de OdA para essas outras referências ao mundo da arquivologia ou ao profissional arquivista, é que OdA se aproxima muito da arquivologia como conhecemos. Não é apenas um ou dois personagem com antecedentes que apenas ilustram sua história de fundo com pinceladas do mundo arquivístico ou uma caricatura/arquétipo de nosso campo profissional. Entre os personagens principais de OdA há arquivistas, boa parte da história se passa no principal Arquivo do reino e conhecimentos que temos no mundo real são citados no livro, participando da construção da história e, obviamente, dialogando com os aspectos fantásticos que este gênero literário nos permite.

Para entrar um pouco mais no clima, duas coisas podem ser feitas pelo leitor do Contexto Informacional. A primeira é ler a sinopse, que segue abaixo:
Em um grande vale, uma enorme fortaleza incrustada entre as montanhas abriga o maior arquivo da Ordem dos Arquivistas, uma antiga organização cuja missão é guardar os registros produzidos e acumulados pelos reinos daquele mundo. Neste lugar, um jovem iniciou uma busca por seu tio, um membro da Ordem que desapareceu misteriosamente.
Em sua jornada pelo vale, o sobrinho do arquivista acaba descobrindo a relação de sua família com uma antiga lenda, as maravilhas de um dos ofícios mais respeitados do continente e a realidade por trás de algumas das fantásticas histórias contadas às crianças ao longo das eras.
A forma seguinte para o mergulho no mundo de OdA é a leitura do capítulo gratuito, disponível em http://www.arquivista.net/ordem. Não esqueçam de curtir a página pelo widget do facebook, isso ajuda a divulgar o livro e, espero, nosso campo profissional.

O início das vendas do livro está previsto para meados de agosto de 2012 e, até lá, quem quiser saber mais sobre como a história foi escrita e sobre ela própria, sugiro a vista aos posts dos blogs Mundo de Fantas e Criando Testrálios.

Agradeço à minha colega Marcela Lins (colega de turma de graduação!) por essa oportunidade de divulgar meu trabalho aqui em seu blog, o Contexto Informacional. Caso algum leitor queira entrar em contato, as redes sociais que mais utilizo são: http://www.facebook.com/ricsodre e http://www.twitter.com/ricsodre
Até a próxima! :)

Arquivistas e profissionais entrevistados pelo blog

Confira as entrevistas feitas com profissionais e arquivistas da área, clique e aproveite!

Entrevistados
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Charley Luz - Arquivista, consultor, professor de Arquivologia, escritor


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Carlos Lima - Arquivista, servidor público


Foto do perfil
George Melo - Arquivista, servidor público, escritor


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Renato Motta - Arquivista, historiador, servidor público, escritor


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Ricardo Sodré Andrade - Arquivista, servidor público, escritor

Sugira outros profissionais que se destacam na área ou perguntas que queira fazer aos entrevistados.

Entrevistando Arquivistas: Renato Motta

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Blog Contexto Informacional - Se apresente para os leitores do blog, fale um pouco sobre você e sobre seu trabalho.
Renato Motta – Iniciei o curso de História na Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1993, mas o tortuoso caminho da vida me levou a fazer um novo vestibular para o curso de Bacharelado em Arquivologia na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO em 2005. Definitivamente sou exclusivamente um arquivista apaixonado e dedicado e aguerrido pela valorização de nossa profissão.
Além disso, faço parte do Comitê Nacional de Arquivistas das IFES enquanto um dos representantes da Região Nordeste (são 2 por cada região), sou o representante titular da UFRPE na Sub Comissão do SIGA/MEC e Gestor do SIC/UFRPE no Acesso à Informação.
Estou lotado no Departamento de Registro e Controle Acadêmico – DRCA promovendo a gestão documental dos discentes ativos, desvinculados e concluintes da instituição. Além disso, fico responsável por gerenciar as transferências externas da Seção de Cadastro e Movimentação e divido meu trabalho com as atividades do Serviço de Informação ao Cidadão.
Tenho um lado artístico. Fiz teatro no Planetário da Gávea, violão clássico na Escola de Musica Villa Lobos, já fiz parte da Bateria Show do GRES Renascer de Jacarepaguá e hoje toco no Grupo Maracatu Batuques de Pernambuco. Além de ser escritor e poeta.
Blog Contexto Informacional - Por que você optou por fazer arquivologia?
Renato Motta – Quando saí do Rio de Janeiro pela primeira vez em 2002 trabalhei na ONG Centro de Cultura Luis Freire em Olinda no Projeto Escola de Índios visitando as áreas indígenas de Pernambuco e Paraíba. Ao termino de minha passagem pela ONG, me vi sem trabalho e na busca de nova oportunidade, acabei indo parar no Arquivo Público de Olinda. O chefe daquele arquivo analisou meu currículo e constatou que a minha formação em História de nada adiantava, salientando que se fosse arquivista, provavelmente ele me contrataria. Dois anos depois me lembrei daquele episódio e resolvi fazer minha inscrição para o curso de arquivologia com a esperança de um dia, quem sabe, retornar a Pernambuco. Deu certo!
Blog Contexto Informacional - Pra você o que falta para a Arquivologia crescer mais e os arquivistas serem mais conhecidos e respeitados no mercado de trabalho?
Renato Motta – Estamos vivendo um ótimo momento com a aprovação da Lei de Acesso à Informação. Basta verificar que no Item V o que a Lei considera Gestão da Informação! Se dissecarmos este item, temos de forma genérica, as atribuições do Arquivista em qualquer órgão.
Cabe a nós, profissionais da área, buscarmos nos apropriar cada vez mais da teoria arquivística, dos novos estudos, de nossas atribuições para dialogar com os gestores o papel do arquivista. Para tal é importante que sejamos pró ativos
Acredito que temos muito campo e espaço para crescer, considerando ainda que muitas Unidades da Federação ainda não possuem o curso de bacharelado em arquivologia.
Blog Contexto Informacional - Fale sobre o seu mais recente trabalho que é o livro O Verso da Vida no Reverso do Tempo

Renato Motta - O livro é o resultado de minhas andanças. De uma vida com a retina desfocada em poesia. Temos a nossa ampulheta escorrendo a cada segundo, neste instante, desta nossa vida que voa. Ela é um fluxo poético de minha prática literária no minifúndio virtual o Blog da Babilônia. Uma antítese de teses científicas. Não é um livro acadêmico, não é um livro arquivístico, é um livro pra ser sentido. Saliento que há um poema dedicado aos arquivistas e profissionais do COPEDOC/IPHAN, local que trabalhei enquanto estagiário. Portanto há uma linha tênue do livro O Verso do Tempo no Reverso do Tempo: com a arquivologia.
Registra a relação do sujeito com a tecnologia, traduzindo-a e rima e verso. Nas vidas vividas em seus cotidianos computacionais, ou em delírios do dia a dia neste nosso Reverso do Tempo. Informações que por debaixo das calçadas, não podemos resgatar mais.
Rompe com as publicações usuais em eventos acadêmicos ou produções específicas da Arquivologia, o livro aponta para a quebra do nosso paradigma teórico e convida o leitor a se aventurar neste universo poético.
O livro será lançado no V CNA (V Congresso Nacional de Arquivologia) em data e local a ser divulgado pela organização do evento.
Blog Contexto Informacional - O que você diria para as pessoas que querem fazer Arquivologia ou para os que estão começando agora?
Renato Motta – Fazer Arquivologia é ter a oportunidade de poder ver o mundo com outros olhos, de que apesar de haver uma série de rotinas, estamos contribuindo para que nosso legado humano não se perca, as informações estruturadas ou desconexas estão disponíveis e acessíveis para as futuras gerações, o arquivista dialoga com a realidade e com os futuros pesquisadores que um dia virão buscar informações. Portanto acabamos sendo empurrados para o centro calmo de um furacão em fúria. Como garantir que as informações estejam resguardadas para um todo sempre? Esse será o nosso grande desafio, a todo momento, pois nossas decisões podem comprometer a compreensão das instituições
Blog do Renato: Blog da Babilônia
Twitter do Renato: @socaba ou @arquifes

Rupturas e medos

Sabe aquelas fases na vida que parece que você passa por teste de resistência? É como se a vida estivesse lhe testando, lhe desafiando o tempo todo pra ver o quanto você resiste, o quanto aguenta...


Mas quem disse que a vida seria assim previsível, planejada? Quem disse que haveria tempo pra pensar bem no que fazer ou esperar que as coisas se resolvam por si só? As vezes não dá tempo, ou você toma as decisões, rompe com seus medos e receios e enfrenta o que há para enfrentar ou o tempo passa e as coisas não se resolvem, se bem que o tempo há de passar de qualquer maneira, mas será que haverá tempo ainda pra esperar?


A cada dia que passa vou vivendo, aprendendo e percebendo coisas novas... me surpreendendo com minha força e minha capacidade de superar transições difíceis e importantes na minha vida.


Me surpreendo pois nos dias que formam o meu passado eu jamais planejei ou imaginei que eu vivesse tanta coisa que vivo hoje nem tão pouco jamais pensei que agiria da forma que tenho agindo.


Nessas horas eu percebo uma mulher diferente de mim a cada momento, descubro que meus medos, eram medos de crescer, medo de romper com meus costumes e sentimentos e de repente eu acordo e saio dessa zona de conforto que é o conformismo e noto que mudar é o melhor jeito de rever conceitos e descobrir novas maneiras de ser feliz.


Do nada eu descubro uma força gigante em mim que jamais pensei que existia, percebo o quanto é difícil a ruptura com velhos hábitos e velhas maneiras de ser e viver a vida, mas difícil do que romper através de ações é romper as idéias e pensamentos tão enraizados em nós, sentimentos às vezes difíceis de desprender. Disto compreendo que quando mudamos a mente, agir conforme as novas idéias é bem mais fácil.


Tantas rupturas, tantos medos, tantas mudanças...tantas coisas vividas e tantas coisas pra viver. Tantas coisas pra descobrir em mim, tantos lados meus que eu ainda não reparei...


Vamos nos entregando as experiências, vivendo as emoções que elas nos trazem, saboreando o gosto de rir e chorar com nossas escolhas. Mas se é pra ser feliz ou sofrer que assim seja, mas que seja por algo que eu tenha decidido fazer.


De qualquer maneira, é bom saber que podemos mudar e uma frase resume bem essa liberdade de pensar e agir. “Só não muda de idéias quem não as têm”

Novas tecnologias não conseguem acabar com o papel

Este tema sempre gera polêmica, apesar disso, observamos no mercado uma necessidade cada vez maior por profissionais que saibam gerir informação devido ao caos documentário que se transformou nos últimos tempos. É inegável que a informatização no trabalho mudou o cenário das organizações e o perfil do profissional, pois hoje saber informática é tão básico quanto ter ensino médio completo. Entretanto, o advento de novas tecnologias e a implantação de novos recursos e ferramentas tecnológicas não foram suficientes para exterminar o papel da face da terra, como é o desejo de muitos profissionais.

O grande dilema
O lado que é a favor da extinção do papel acredita que a informatização diminui os custos operacionais, pois tornam mais dinâmicas as rotinas administrativas, além disso, informatizar pode aumentar a capacidade de armazenamento, distribuição e acesso as informações disponibilizadas em meio digital, a economia de espaço físico também é outro fator bastante sedutor. Não se pode negar estes benefícios, porque eles já são uma realidade em muitas empresas, mas o problema é que só o emprego de tecnologia não tem sido suficiente para que a informação chegue ao destino certo de forma íntegra e confiável, o fator humano também contribui bastante nesse processo.
Existe também o lado que é mais comedido e vê com preocupação o vislumbramento tecnológico que assola hoje a sociedade contemporânea, é comum encontrar hoje muitos empresários e até pessoas comuns que pensam que a solução para acabar com toda a papelada está em simplesmente digitalizar tudo e disponibilizar tudo via CD, DVD e outras mídias afins ou via web, porém há alguns entraves que impedem que este sonho de muita gente se torne realidade, são questões que têm dificultado e em muitos casos até impedido a extinção total do papel, acompanhe nossos comentários acerca dessas questões:



Questões legais

Uma boa parte do judiciário brasileiro ainda não aceita o documento digital como fonte de prova, exceto em casos de crimes cibernéticos e em situações já regulamentadas por instrumentos legais próprios. Cada caso tem sua especificidade, que precisa ser observada com cautela por todos que querem abolir o papel de suas empresas.

Questões tecnológicas
A constante mudança de tecnologia tem colaborado para que os suportes (local onde se registra a informação), os hardwares e softwares se tornem obsoletos rapidamente. Esta é uma das grandes dificuldades que acaba inibindo muitas empresas a adotar este tipo de armazenamento de informação.



Questões culturais

Em todas as organizações existe uma cultura organizacional (um costume ou jeito de ser das pessoas que trabalham na empresa) que favorecem ou dificultam a implantação de novas tecnologias bem como o uso mais racional delas. A facilidade de se produzir um documento no computador tem causado um aumento estrondoso no volume de papel nas empresas, não existindo em muitos casos critérios específicos para produção, guarda e descarte desses documentos. Pesquisas na área revelam que aumentou o número de papel depois do crescimento da informatização nas empresas, pois hoje muitos ainda produzem documentos indiscriminadamente sem avaliar com cautela a sua real utilidade. Deste modo, mesmo com a tecnologia disponível, muitas pessoas ainda querem o registro das informações na mídia tradicional papel porque acreditam muito mais na autenticidade do documento impresso, mesmo com todas as garantias e certificações digitais existentes em muitos sistemas.

Questões financeiras
Informatizar requer investimento em equipamentos de informática, em pessoal qualificado parar implantar e gerir os sistemas informatizados, além do constante investimento em suprimentos e recursos físicos necessários para que a informatização traga os reais benefícios que ela pretende. Porém, algumas empresas por comodidade ou visando uma possível economia não investem de forma adequada nas tecnologias que poderão no futuro reduzir seus custos e aumentar sua qualidade de produto ou serviço. A papelada muitas vezes fica no escanteio e realmente só começa a preocupar quando muitos são penalizados através de multas e processos por conta da desorganização das informações.

Questões históricas e científicas
Existem documentos que precisam ser preservados no seu suporte original para sempre devido ao seu valor histórico inestimável tanto para a memória institucional quanto para a ciência. O que seria de nós por exemplo se perdessemos a carta de Pero Vaz de caminha? Muita coisa não saberíamos, muita coisa não seria estudada nem descoberta porque a fonte poderia ter sido perdida de forma discriminada. É isso que os historiadores e especialistas em memória temem: que não restem documentos nem informações confiáveis para contar nossa história e propiciar novas descobertas. Além disso, muitos campos da ciência dependem da informação na sua fonte original para desenvolver suas pesquisas, invenções e melhorias para a sociedade.

Considerações finais
É por estas e outras questões aqui levantadas que se torna tão difícil acabar com o papel, embora haja setores mais favoráveis a sua extinção e outros que tentam recuar o máximo essa possível tendência, o mais importante a saber é que devemos ter a tecnologia como aliada no que tange a informação, porém devemos ter também cautela quanto a preservação da informação seja lá em que suporte for. O essencial é que a informação seja; acessível a quem se destina, relevante, útil, confiável e armazenada de forma segura que possibilite futuras consultas.
Enfim, o mais importante nesta discussão não é acabar com o papel e sim preservar a informação,  pois é a informação o elemento primordial desta nova era da gestão do conhecimento que estamos vivendo, se podemos contar com a tecnologia como aliada só temos a ganhar, o que precisamos é encontrar um equilíbrio nessa história.

Quando a espera é inútil

Desde muito cedo aprendemos a esperar:

Que as coisas melhorassem quando tudo deu errado

Que a dor passasse quando não tinha mais o que fazer para remediar

Que as pessoas nos entendam da forma como esperamos

Que receberemos um salário justo de acordo com o nosso mérito

Que os surdos irão ouvir, os cegos enxergar e os cadeirantes andar, afinal a medicina anda bem avançada

Que nossas promessas serão cumpridas

Que Deus nos abençoará com todas as bençãos e glórias possíveis

Que um dia aparecerá alguém perfeito aos nossos olhos e que ame nossas imperfeições sem fazer exigências

Que um dia teremos carro para nos conduzir para onde quisermos ir

Que um dia teremos um teto pra botar a cabeça e chamar de nosso lar

Que as dívidas irão acabar e que o salário será suficiente para realizar todos os desejos

Que os filhos virão saudáveis, lindos, quietos e obedientes

Que nossos filhos crescerão, nos darão netos saudáveis, lindos, quietos e obedientes assim como eles foram e ainda cuidará de nós na velhice com todo o prazer do mundo

Que inventarão a cura para as piores doenças do mundo de modo que não vamos mais nos preocupar

Que seremos pessoas melhores quando formos velhos

Que as pessoas que nos magoaram reconhecerão seus erros e não magoarão mais ninguém

Que aprenderemos a não errar mais e assim seremos perfeitos

Que os governos serão melhores quando mudarmos o voto

Que um dia seremos reconhecidos por tudo que fazemos de bom pelo mundo e pelas pessoas

Que assim que a tempestade passar encontraremos bons motivos para ser feliz.

Mas esta espera é inútil,  o tempo não vai esperar para fazermos as escolhas certas, teremos que aprender a lidar com os resultados independente deles serem positivos ou negativos.

Estamos numa busca sem sentido, esperando que a vida siga pra viver só depois o que ela poderá nos proporcionar no futuro, mesmo sem sabermos qual será esse futuro,  mas o futuro morre todos os dias, a cada dia que passa é um dia a menos pra viver, sempre queremos mais tempo porque nunca é tempo suficiente para o que se pretende realizar, a verdade é que perdemos muito tempo esperando e mais tarde percebemos que esperamos tanto, que o tempo acabou.

Viver talvez não seja simplesmente esperar que as coisas aconteçam para dar a este momento uma grande importância, um valor maior do que realmente é ou se iludir achando que a vida perfeita estará próxima, mas estamos já vivendo e não esperando pra viver, a vida tem seu preço e quem cobra mais caro é o tempo.

Vamos esperar inutilmente contando com possibilidades sem garantia ou viver esta realidade às vezes  imperfeita, porém mais concreta, que se  apresenta para nós todos os dias?

Lista de sites para troca de livros


livralivro

Site: www.livralivro.com.br

trocando livros

Site: www.trocandolivros.com.br

 

SKOOB PLUS

Site: http://www.skoob.com.br/plus/

Como funciona:

O perfil plus da rede social Skoob permite que o usuário troque livros com outros usuários da rede.

O Sistema de troca de livros também é uma forma de fazer os livros que você tem circular e ainda obter outros livros, quem só gosta de livros novos, lançamentos e tem interesse de ficar sempre com todos os livros que ganha pode não gostar tanto desse sistema, mas se você é amante da leitura e não só do livro, poderá se beneficiar muito desses sistemas.

Lista dos principais eventos de Arquivologia no Brasil

Com o crescimento da Arquivologia no país, vários eventos da área vem se consolidando e abrindo novas oportunidades para o debate, discussão, apresentação de trabalhos, mini-cursos e palestras. Para os arquivistas  é muito importante conhecer os principais eventos da área para obter mais conhecimento científico e técnico da sua área de atuação, bem como estimular uma maior produção de artigos e trabalhos visando contribuir ainda mais para o desenvolvimento cientifico da Arquivologia.

 

Segue abaixo a lista dos principais eventos da área de Arquivologia:

 

  • CONGRESSO BRASILEIRO DE ARQUIVOS DO PODER JUDICIÁRIO

 

  • ENCONTRO DE ARQUIVOS CIENTIFICOS

 

  • CONGRESSO NACIONAL DE ARQUIVOLOGIA – CNA

 

  • CONGRESSO BRASILEIRO DE ARQUIVOLOGIA – CBA

 

  • ENCONTRO NACIONAL DOS ESTUDANTES DE ARQUIVOLOGIA – ENEARQ

 

  • ENARQUIFES – ENCONTRO NACIONAL DOS ARQUIVISTAS DAS IFES

 

  • ARQUIFES REGIONAL – FÓRUM DOS ARQUIVISTAS DAS IFES POR REGIÃO

 

  • SIMPÓSIO BAIANO DE ARQUIVOLOGIA – SBA

 

  • SIMPÓSIO DE ARQUIVOLOGIA DA REGIÃO NORTE

 

  • REPARQ – REUNIÃO BRASILEIRA DE ENSINO E PESQUISA EM ARQUIVOLOGIA

 

Colabore com esta lista, envie o nome do evento que ainda não foi mencionado aqui.

 
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